quarta-feira, 2 de julho de 2014

House of Cards

 Jogos de Poder
Com Kevin Spacey e Robin Wright
entre o Capitólio ... e a Casa Branca. 



Duas séries em 26 episódios, impressionantes!


http://tv.sapo.pt/series/house-of-cards
Comentários de Lurdes Santos


"House of Cards" com Kevin Spacey, implacável e arrasador no papel de um congressista (Frank Underwood) ..., sedento de ... sucesso. A cru, sem ideais, ética ou ilusões, expõe os bastidores da política norte-americana, coloca em causa o serviço dos média e revela a importância dos lobistas através da história de Frank Underwood e Remy Danton.

É o regresso em grande de Kevin Spacey à televisão com um desempenho brilhante e ambicioso ... Frank, ou Francis (como a mulher lhe chama), Underwood é congressista democrata, da Carolina do Sul, que testa os limites da ambição. Um verdadeiro animal político, estratega, calculista, sem escrúpulos, sarcástico, dissimulado e muito inteligente, capaz de se manter acima de qualquer suspeita num jogo recheado de manobras ardilosas, astutas, desonestas e incisivas.

Criada por Beau Willimon, com produção executiva de David Fincher, que também realizou os primeiros dois episódios, "House of Cards" recusa idealismos e paixões. Trata a ânsia e a luta pelo poder sem preconceitos nem romantismos. Mostra uma humanidade crua, destroçada e corrompida pelo egoísmo, vaidade e arrogância. Ninguém acredita. Mas todos desejam, anseiam e conquistam influência em prol de um bem maior: o seu. Frank é implacável neste aspeto. “Bad, but for a greater good”, justifica - imbatível a mascarar planos e ações em benefício próprio, de tal forma que a determinada altura torna-se difícil distinguir os bons dos maus da fita. Afinal, é tudo uma questão de perspetiva, aquela que melhor servir os interesses de cada um."


 






































 

 











 




terça-feira, 1 de julho de 2014

Calendário Eleitoral ?


Funções da Economia - e John Kenneth Galbraith


"A ciência económica divorciada da consideração do exercício do poder não faz qualquer sentido e, certamente, não tem qualquer relevância."














 





"Economics divorced from consideration of the exercise of power is without meaning and certainly without relevance."

"The only function of economic forecasting is to make astrology look respectable."

"The study of money, above all other fields in economics, is one in which complexity is used to disguise truth or to evade truth, not to reveal it."

"Economics is extremely useful as a form of employment for economists."

"The process by which banks create money is so simple the mind is repelled."

"With something so important (creation of money), a deeper mystery seems only decent."

"Under capitalism, man exploits man. Under communism, it's just the opposite."

"The production of too many useful things results in too many useless people. "

"In economics, the majority is always wrong."

"Nothing is so admirable in politics as a short memory. “

"As necessidades do consumidor podem ter origem estranha, frívola e até imoral, e no entanto pode defender-se optimamente uma sociedade que procura satisfazê-las. Mas a defesa perde o sentido se é o processo de satisfazer necessidades que as cria.
John Kenneth Galbraith,  in "The Affluent Society"



"Writings"

Even before becoming a president of the American Economic Association, Galbraith was considered as an iconoclast by many economists. This is partly because he rejected the technical analysis and mathematical modelling of neoclassical economics as being divorced from reality. Following Thorstein Veblen, he believed that economic activity could not be distilled into inviolable laws, but rather was a complex product of the cultural and political milieu in which it occurs. In particular, he posited that important factors, such as the separation between corporate ownership and management, oligopoly, and the influence of government and military spending had been largely neglected by most economists because they are not amenable to axiomatic descriptions. In this sense, he worked as much in political economy as in classical economics."
Source: Wikip...