quinta-feira, 10 de maio de 2018



Vasco Pulido Valente, em “De mal a pior” (2016)
Nota da distribuidora Wook sobre o auto
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“Vasco Pulido Valente recusa aceitar mansamente a forma como o Estado pretende mandar na vida de todos, proibindo o tabaco, combatendo a comida pouco saudável ou forçando cada pessoa a zelar pelo seu corpo, quer queira quer não. Ao constatar que, na sociedade actual, «o indivíduo morreu», protesta e lamenta: «Não fui feito para isto»”.


Talvez por ser uma raridade no mundo da crónica jornalística e editorial, uma que, embora com acidez, enxerga desassombradamente o obvio, tenha tantos seguidores nos jornais onde escreve.

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